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Luciano Huck não teria chance como presidente porque “fica em cima do muro”, diz Kim Kataguiri

por Jovem Pan , . - Atualizado em

Kim Kataguiri participa do Pânico; veja fotos

Kim Kataguiri falou sobre seu futuro na política e o livro

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri falou sobre seu futuro na política e o livro "Quem É Esse Moleque Que Escreve Para a Folha?"

Kim Kataguiri no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

Kim Kataguiri no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Kim Kataguiri no Pânico

Kim Kataguiri falou sobre seu futuro na política e o livro "Quem É Esse Moleque Que Escreve Para a Folha?"
Kim Kataguiri no Pânico
Kim Kataguiri no Pânico
Kim Kataguiri no Pânico
Kim Kataguiri no Pânico
Kim Kataguiri no Pânico
Kim Kataguiri no Pânico

Com os candidatos à eleição de 2018 ainda indefinidos, Luciano Huck aparece como um dos presidenciáveis. Para Kim Kataguiri, as chances de o apresentador conseguir se manter páreo na disputa presidencial e de fato se eleger são mínimas. No Pânico na Rádio desta terça-feira (14), o líder do MBL explicou porque Huck não conseguiria o cargo.

“Ele fica em cima do muro e quer agradar todo mundo, mas se você quer agradar todo mundo não vai agradar ninguém. Tem que ter posicionamento”, defendeu.

“Ele era amigão do Cabral (...), mas hoje não diz ‘o Cabral é um bandido’. Ele só sai do problema, mas se você não tem lado você não pode ser político”, continuou.

Ainda falando sobre as eleições, Kim voltou a afirmar que irá se candidatar nas próximas eleições, mas ainda não elegeu seu partido. “A ideia é ter uma bancada [do MBL]. Não sou eu sozinho, a ideia é eleger 15 federais”, explicou.

Da mesma forma, o MBL ainda não escolheu qual candidato à presidência irá apoiar em 2018. “Queremos defender um cara que feche o BNDES, privatize a Petrobrás, faça a reforma da Previdência, e reverta o investimento da Educação Superior para a Educação Básica”, falou.

Para Kim Kataguiri, o essencial no momento político do país não é tanto a presidência, mas os cargos “debaixo”. “Não precisa de alguém para votar em presidente, A maior mudança está no Congresso. Não adianta uma mudança de cima para baixo, a mudança é debaixo para cima”, afirmou.

“Quem É Esse Moleque Para Estar na Folha?”

Depois de mais de um ano escrevendo para sua própria coluna na “Folha de São Paulo”, Kim Kataguiri foi dispensado do jornal em março de 2017 e aproveitou para reunir todas as suas colunas já lançadas em um livro.

Em “Quem É Esse Moleque Para Estar na Folha?”, o líder do MBL relembra seus artigos e ainda destrincha seu posicionamento político e as “mudanças” que julga necessárias no país.





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